
DO MUNDIAL DE HÓQUEI EM PATINS
Portugal e os portugueses queriam muito voltar a ser campeões do mundo de hóquei em patins.
Dez anos de jejum, num país habituado a ocupar o topo do hóquei em patins mundial, faziam elevar (muito!) as expectativas de todos.
Era grande, portanto, a pressão sobre uma organização que se queria sem falhas nos diferentes capítulos, do espetáculo e da competição.
Se Portugal queria ser de novo campeão do mundo, nada melhor do que presentear o mundo com uma cerimónia de abertura surpreendente, repleta de cor, envolvente, um hino à modalidade!
Ápio Assunção era assim mesmo, liderava pelo exemplo.
Se também ele aspirava por uma vitória da egrégia seleção nacional, Oliveira de Azeméis só podia oferecer uma cerimónia de abertura que fosse, claramente, candidata ao título da melhor de sempre!…
E foi… emocionante e inspiradora para todos os portugueses, motivo de orgulho para os oliveirenses!
Um espetáculo multimédia e de apresentação das 16 selecções, a exibição em tamanho gigante do logotipo do Mundial, a projecção de imagens dos seleccionados, da mascote e da participação da selecção noutros campeonatos do mundo, foram ingredientes de uma rampa de lançamento que só poderia culminar numa grande vitória… de Portugal!… E de Oliveira de Azeméis.