
A primeira década do século foi de intensas relações com a Galiza. Tirando proveito da relação iniciada com a Fundação Luso-Galaica ainda no tempo do último mandato de Ângelo Azevedo, Ápio Assunção aproveitou a oportunidade para dar visibilidade a Oliveira de Azeméis em terras galegas.
D. António Reguera Repiso, que além da Fundação Luso-Galaica presidia também à Confederação do Comércio da Província de Pontevedra, encarava com espírito de missão as suas funções e estabeleceu com Ápio Assunção uma relação próxima que teve frutos em diversas áreas.
As relações foram tão profundas que se estenderam a diversas áreas da sociedade desde o mundo empresarial até ao setor cultural e religioso. Ápio Assunção chegou mesmo a ser recebido na Xunta de Galicia pelo seu histó- rico Presidente Fraga Iribarne.
Ainda na memória de muitos está, por exemplo, a Semana da Galiza que trouxe a Oliveira de Azeméis imensas experiências e personalidades daquela região espanhola.
Foram imensos os intercâmbios empresariais, gastronómicos e culturais que mostraram ao nosso concelho repu- tados espetáculos e nomes da cultura da Galiza, como por exemplo o “”Ballet Gallego Rey de Viana””.
Relevantes foram também os momentos de aproximação religiosa entre as duas regiões. Foram anos em que Oliveira de Azeméis se envolveu mais intimamente com o fenómeno do caminho de Santiago com diversos olivei- renses a serem entronizados como membros da “”Orde de Caballeros e Damas do Camiño de Santiago””.
O fenómeno de aproximação entre Oliveira de Azeméis e a região da Galiza havia de ficar para a história consa- grado na toponímia oliveirense.