
A cerimónia foi um momento simples mas muito digno e participado a que se associaram a banda de música do seu coração, a Sociedade Musical Harmonia Pinheirense, inúmeros amigos na atividade profissional, na atividade política, na atividade associativa, os seus familiares e tantos outros que o admiravam e respeitavam em vida e continuam a reconhecer depois da morte. Os autarcas atuais também se fizeram representar – Câmara Municipal e Junta da União de Freguesias.
O ato constou do descerramento de uma peça escultórica de Paulo Neves, o ilustre artista cucujanense e admirador de longa data de Ápio Assunção.
O monumento em pedra, com mais de um metro de altura, tem esculpidas linhas circulares a lembrar as linhas da impressão digital. Daí o simbolismo que o artista imprime na obra e que materializa o desejo de vincar a marca deixada por Ápio Assunção na história de Oliveira de Azeméis.
Foi momento para recordar o homem e a obra, e deixar uma marca que recordasse o homem cuja marca não se apagará.
No uso da palavra, os promotores da homenagem recordaram que “Ápio Assunção deixou ao futuro de Oliveira de Azeméis uma marca que não se apaga e que não se confunde – a sua impressão digital… única, persistente, omnipresente nas 19 freguesias.
… Ápio Assunção foi um homem que entregou a sua vida pela comunidade.”
E, concluindo, vincaram: “Confiamos pois que os órgãos do poder local se associarão, encontrando formas de homenagear o Autarca Ápio Assunção.
Tomaremos a iniciativa de apresentar ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, à Sr.a Presidente da Assembleia Municipal e aos líderes das diferentes bancadas representadas na Assembleia Municipal, uma recomendação no sentido de que o nome de Ápio Assunção seja atribuído como patrono ao Arquivo Municipal de Oliveira de Azeméis.”