Obra Comemorativa Ápio Assunção (1947–2018) • Uma vida ao serviço de Oliveira de Azeméis
A Obra

PAVILHÃO MUNICIPAL

Capítulo 67 de 74 2 min de leitura Albino Martins • António Rosa • Paulo Oliveira Do livro Ápio Assunção
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Ápio Assunção - PAVILHÃO MUNICIPAL

Tal como as Piscinas, também o Pavilhão Municipal era uma necessidade antiga. Há muito se falava na falta de um pavilhão-oficina sobretudo para a modalidade mais em crescendo, o basquetebol. As escolas secundárias e básica 2,3 da cidade cediam os seus espaços mas estes não eram suficientes…

Havia outras modalidades em expansão, clubes a crescer em número de praticantes, cada vez mais jovens (e não só) a praticar desportos de pavilhão.

Ápio Assunção sabia da carência e, apesar das dificuldades financeiras, decidiu não deixar a Câmara sem resolver mais este problema.

O modelo procurado pretendia-se funcional, económico e com capacidade para uma utilização intensiva. Podendo albergar competições, a sua utilização prioritária visava a formação em diversas modalidades.

Em poucos meses a obra foi posta de pé, inaugurada e posta ao serviço da população em finais de setembro de 2009, mesmo em final de mandato.

O recinto comporta uma área total superior a três mil metros quadrados distribuídos por uma nave principal (área de evolução desportiva) com bancada lateral e uma outra secundária, aproximando-se o custo da obra de um milhão de euros de investimento.

O Pavilhão Municipal hoje denominado “Professor António Costeira”, em homenagem a um grande desportista oliveirense, está a cumprir em pleno a sua missão.

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